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- Convidados: Valdo Cruz, comentarista da GloboNews e colunista do g1, e Carlos Ranulfo Melo, cientista político, professor e pesquisador da UFMG. O líder nas pesquisas de intenção de votos disse que seria candidato ao governo do estado de Minas Gerais, mas seu partido disse que não. Ele insistiu e, mais de uma semana depois, conseguiu: na sexta-feira (7), o Republicanos confirmou que o senador Cleitinho Azevedo irá concorrer. A indefinição sobre a candidatura de Cleitinho embaralhou os arranjos políticos no estado e deixou rastros que podem interferir nas eleições presidenciais – Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país e, desde 1989, o candidato a presidente que ganhou no estado venceu a eleição nacional. Sem a chance de contar com o apoio do candidato do Republicanos, partido que anunciou neutralidade na disputa presidencial, Lula e Flávio Bolsonaro terão palanques mais tímidos: o PT lançou Patrus Ananias e o PL, Flávio Roscoe. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois analistas da eleição em Minas Gerais. Primeiro, ela fala com o jornalista Valdo Cruz sobre os bastidores e sobre os acordos que culminaram na formação das candidaturas ao governo e ao Senado no estado. Depois, ela entrevista o cientista político Carlos Ranulfo Melo, que analisa o comportamento do eleitor mineiro.
- Convidadas: Beatriz Rey, cientista política e pesquisadora na Universidade de Lisboa, e Synthya Maia, pesquisadora do Legisla Brasil. A Constituição Federal, aprovada em 1988, indica logo em seu segundo artigo: "São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário". O pacto firmado pela sociedade brasileira no período da redemocratização deu à figura do presidente a centralidade do poder político. Acontece que nas últimas quatro décadas, muita coisa mudou: entre alterações regimentais, impeachments de presidentes e crescente ingerência sobre o destino do Orçamento público, o Congresso aumentou a força gravitacional de seu poder – e vem, historicamente, reduzindo sua taxa de renovação. Neste episódio, Victor Boyadjian entrevista duas pesquisadoras. Primeiro, ele fala com Beatriz Rey sobre o contínuo processo de hipertrofia de poder do Parlamento – e sobre quais foram os instrumentos usados para isso nas últimas décadas. Depois, ele conversa com Synthya Maia sobre o funil para a renovação dos quadros no Congresso.
- g1 e GloboNews começam a primeira série de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, foi entrevistado nesta sexta-feira (7). Candidato pelo PSD, Ronaldo Caiado afirmou que, caso seja eleito, vai anistiar as pessoas condenadas pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. “É uma medida que tem o sentido de pacificar o país”, afirmou. Ele disse também que pretende encaminhar ao Congresso propostas de reformas administrativa e política e de revisão de alguns pontos da reforma tributária: ele avalia que o momento é de “urgência” e promete apresentar essas propostas já no primeiro dia de um eventual governo, além de discutir a necessidade de uma nova reforma, a da Previdência. No campo da segurança pública, o ex-governador de Goiás pretende propor a criação de uma polícia comum para os países da América do Sul, como uma forma de combater o crime organizado transnacional: “É a mesma coisa que a Europa fez. Eu quero ter uma polícia que possa transitar [pelos dez países que fazem fronteira com o Brasil]”. Aos 76 anos, Ronaldo Caiado concorre à Presidência pela segunda vez. A entrevista com Natuza Nery e Andréia Sadi foi transmitida ao vivo pelo g1 e pela GloboNews na tarde de sexta-feira (7) e publicada na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados para a série de entrevistas os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado na quarta-feira (6). Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, na quinta-feira (6). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10), mas ele ainda não confirmou presença. Lula, candidato à reeleição pelo PT, foi convidado, mas sua assessoria de imprensa informou que ele optou por não participar.
- g1 e GloboNews começam a primeira série de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, foi entrevistado nesta quinta-feira (6). Candidato pelo partido Novo, Romeu Zema afirmou que, caso fosse presidente do país, retaliaria os Estados Unidos diante das tarifas impostas ao Brasil: “Certamente [iria retaliar]. E vou falar: ‘Pera aí. Tudo tem limites’”. Chamou também Donald Trump, presidente americano, de “imprevisível” e “fanfarrão”. No campo da economia, prometeu que tentará promover um “choque” na área fiscal e privatizar “tudo”: “A começar pela Petrobras. Vamos fazer uma reforma administrativa e uma reforma previdenciária", afirmou. Zema também disse que se inspira no modelo de segurança adotado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, mas rejeitou aplicar no Brasil medidas implementadas pelo salvadorenho, como prisões baseadas em denúncias anônimas e prisões sem mandados. O ex-governador de Minas Gerais também afirmou ter ficado "surpreso e decepcionado" com as suspeitas de fraudes em licenciamentos ambientais investigadas durante a gestão dele. Aos 61 anos, Romeu Zema concorre à Presidência pela primeira vez. A entrevista com Natuza Nery e Andréia Sadi foi transmitida ao vivo pelo g1 e pela GloboNews na tarde de quinta-feira (6) e publicada na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados para a série de entrevistas os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado na quarta-feira (6). Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, será entrevistado na sexta-feira (7). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10), mas ele ainda não confirmou presença. Lula, candidato à reeleição pelo PT, foi convidado, mas sua assessoria de imprensa informou que ele optou por não participar.
- g1 e GloboNews começam a primeira série de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado nesta quarta-feira (5). Candidato pelo partido Missão, Renan Santos afirmou que, caso seja eleito presidente, não cumprirá decisões monocráticas do STF: "Se o Supremo Tribunal Federal tomar uma decisão ilegal, decisão ilegal não se cumpre. Ponto". Ele também disse que aceitaria negociar e compor seu eventual governo com o Centrão, mas reforçou o uso do termo “parasitas” para chamar parlamentares que integram o bloco. Renan buscou explicar um dos slogans de sua campanha e disse que a frase “prendeu, matou” pode ter interpretação confusa, mas que se trata de um recado político de que irá enfrentar de maneira “dura” o crime – ele falou mais uma vez que sua inspiração nesta pauta é o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, mas ponderou a necessidade de adaptar o bukelismo à realidade brasileira: “Eu não sou Bukele”, afirmou. Na economia, o candidato afirmou que o Brasil vive um “drama fiscal” e propôs medidas como a desindexação do salário-mínimo com a Previdência. Aos 42 anos, Renan Santos concorre à Presidência pela primeira vez. A entrevista com Natuza Nery e Andréia Sadi foi transmitida ao vivo pelo g1 e pela GloboNews na tarde de quarta-feira (5) e publicada na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados para a série de entrevistas os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, será entrevistado na quinta-feira (6). Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, na sexta-feira (7). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10), mas ele ainda não confirmou presença. Lula, candidato à reeleição pelo PT, foi convidado, mas sua assessoria de imprensa informou que ele optou por não participar.
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Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Natuza Nery vai conversar com especialistas, com personagens diretamente envolvidos na notícia, além de jornalistas e analistas da TV Globo, do g1, da Globonews e demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e oferecer diferentes pontos de vista sobre os assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo.
O podcast O Assunto, em comemoração aos 5 anos de existência, selecionou os 10 episódios essenciais para todo ouvinte na playlist 'This Is O Assunto'. Ouça agora no Spotify:
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