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Tempo ao Tempo

Rui Tavares
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  • Tempo ao Tempo

    Guerras Culturais: A invenção da imprensa ajudou à disseminação das ideias (e à censura) no século XVI

    17/09/2026 | 28 mins.
    No episódio anterior, Rui Tavares mostrou como as guerras culturais se ancoram no confronto entre identidades, valores e narrativas, e como a invenção da imprensa revolucionou a forma de contar, difundir e disputar ideias.
    Neste episódio, a história continua a partir das indulgências e da Reforma Protestante, um dos primeiros grandes exemplos de uma divisão cultural amplificada por uma revolução tecnológica. À medida que a imprensa acelerava a circulação de textos, imagens e polémicas, cresciam também a polarização, a censura e a propaganda.
    A ansiedade perante a sobrecarga informativa, que hoje associamos às redes sociais e ao mundo digital, acompanhou também os primeiros séculos da imprensa: nos séculos XVI, XVII e XVIII, muitos acreditavam que existia informação a mais, livros a mais, e que ninguém conseguia acompanhar tudo o que era publicado.
    Entre Lutero, Erasmo, a Bíblia Poliglota e os primeiros fenómenos de comunicação de massas, este episódio aprofunda a relação entre guerras culturais e tecnologia, mostrando como as revoluções da comunicação não mudam apenas a forma de transmitir ideias. Mudam também a forma como pensamos, escolhemos lados e imaginamos o mundo.
    Lista de obras musicais utilizadas neste episódio:
    Debussy - Petite Suite Menuet
    Vivaldi ‌- Gnossiene No.1 (Satie), Laurent Dury
    Lee John Gretton - Knowing Half the Future
    Giovanni Paolo Picchi - Canzon Quinta
    Georges Delerue - Gaillarde et air
    Steven Johh Carter - The Passing of Time
    Georges Delerue - Lamento
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Tempo ao Tempo

    Guerras Culturais: A invenção da imprensa ajudou à disseminação das ideias (e à censura) no século XVI

    17/09/2026 | 25 mins.
    No episódio anterior, Rui Tavares mostrou como as guerras culturais se ancoram no confronto entre identidades, valores e narrativas, e como a invenção da imprensa revolucionou a forma de contar, difundir e disputar ideias.
    Neste episódio, a história continua a partir das indulgências e da Reforma Protestante, um dos primeiros grandes exemplos de uma divisão cultural amplificada por uma revolução tecnológica. À medida que a imprensa acelerava a circulação de textos, imagens e polémicas, cresciam também a polarização, a censura e a propaganda.
    A ansiedade perante a sobrecarga informativa, que hoje associamos às redes sociais e ao mundo digital, acompanhou também os primeiros séculos da imprensa: nos séculos XVI, XVII e XVIII, muitos acreditavam que existia informação a mais, livros a mais, e que ninguém conseguia acompanhar tudo o que era publicado.
    Entre Lutero, Erasmo, a Bíblia Poliglota e os primeiros fenómenos de comunicação de massas, este episódio aprofunda a relação entre guerras culturais e tecnologia, mostrando como as revoluções da comunicação não mudam apenas a forma de transmitir ideias. Mudam também a forma como pensamos, escolhemos lados e imaginamos o mundo.
    Lista de obras musicais utilizadas neste episódio:
    Debussy - Petite Suite Menuet
    Vivaldi ‌- Gnossiene No.1 (Satie), Laurent Dury
    Lee John Gretton - Knowing Half the Future
    Giovanni Paolo Picchi - Canzon Quinta
    Georges Delerue - Gaillarde et air
    Steven Johh Carter - The Passing of Time
    Georges Delerue - Lamento
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  • Tempo ao Tempo

    Entre Gutenberg e o Burkini: Onde crescem as guerras culturais?

    10/09/2026 | 25 mins.
    A cultura é um terreno de disputas constantes e as guerras culturais surgem quando valores, identidades e narrativas entram em conflito e despertam emoções intensas. Muitas vezes, não são os acontecimentos em si que dividem as pessoas, mas a forma como são contados, interpretados e partilhados. Da imprensa do século XV às redes sociais de hoje, as histórias continuam a moldar opiniões, criar pertenças e alimentar divisões.
    A partir da história da invenção da imprensa, Rui Tavares mostra como as ideias ganham vida própria quando passam de pessoa para pessoa, de livro para rumor, de facto para mito. E é precisamente essa viagem entre passado e presente que torna este episódio tão atual e relevante.
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  • Tempo ao Tempo

    Como surgiram os conceitos de esquerda e direita na política? Uma viagem até Versalhes e à revolução francesa

    03/09/2026 | 13 mins.
    Afinal, de onde vêm os termos esquerda e direita? A resposta é mais simples do que muitos imaginam. Nascidos durante a Revolução Francesa, esquerda e direita surgiram a partir de um detalhe quase corriqueiro: o lugar escolhido pelos deputados numa sala de debates. Mas aquilo que parecia ser apenas uma questão de lugares acabou por refletir diferenças profundas sobre o poder, os direitos e o futuro da sociedade.
    Neste episódio, viajamos até 1789 para descobrir como uma circunstância aparentemente banal deu origem a duas das palavras mais influentes da política moderna. Uma história surpreendente que mostra como pequenos acontecimentos podem deixar uma marca duradoura na forma como entendemos e discutimos a política ainda hoje.
    Lista de músicas usadas no episódio:
    Antonio Vianello - “I’ll Wait For You”
    Roman Andor - “Brilliant Mind”
    Mozart - “Sinfonia Concertante”
    Daniel Pemberton - “Civil Uprising
    Mozart - “Variations on ‘Ein Madchen oder Weibchen’”
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  • Tempo ao Tempo

    Os mais ouvidos de 2026: A embaixada persa a Luis XIV e o furor que causou na corte: como se pode ser persa?

    27/08/2026 | 25 mins.
    Recordamos um dos episódios mais ouvidos de 2026 sobre a magnífica embaixada persa à corte de Luis XVI e o furor que fez nas ruas de Paris. Uma visão sobre um Irão totalmente diferente do que temos hoje em dia.
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About Tempo ao Tempo
Tempo ao Tempo é um podcast de histórias da História, de passado, presente e futuro, e da mudança da memória no tempo. Aqui vamos percorrer a micro-história e a História global, a História europeia e a História nacional, sempre com o objetivo de atualizar os dilemas das pessoas do passado e colocar em perspetiva histórica os nossos dilemas do presente. Com o tempo, vão aparecer texturas e um padrão narrativo, que ajudará a fazer sentido do todo. Mas o todo será sempre multímodo, polifónico e eclético. De muitos caminhos. Todas as quintas-feiras um novo episódio escrito e narrado por Rui Tavares, com apoio à produção de Leonor Losa. A sonoplastia de Tempo ao Tempo é de João Luís Amorim e a capa é de Vera Tavares e Tiago Pereira Santos.
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